terça-feira, 16 de abril de 2013

Sonho de Consumo - Dodge Charger R/T

Dando procedimento a seção Sonho de Consumo, hoje com um Muscle Car brasileiro que fez a cabeça dos jovens endinheirados da época, o Charger R/T.

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sábado, 13 de abril de 2013

História do Ford Escort


"E aí pessoal, depois de o blog ficar parado por mais de 1 ano e meio, vamos voltar as postagens, para a alegria dos leitores e antigomobilistas. E voltamos contando a história de um carro, que na sua versão esportiva, marcou época no Brasil, sendo rival do Gol GTI da Volkswagen, o Ford Escort"

Há vinte e cinco anos o Ford Escort era lançado no Brasil. Logo se tornou um sonho de consumo dos jovens dos anos 80. Fez a alegria dos adolescentes endinheirados e recém-habilitados.

O novo compacto trouxe a modernidade para a linha Ford. Entre 1982 e 1985 o mercado brasileiro vivia uma febre de carros mundiais. Chevrolet Monza, Fiat Uno, Volkswagen Santana e Quantum eram as novidades do período. Três anos depois de ser lançado na Europa, como a terceira geração de uma linha criada em 1968, o Escort inovava no Brasil com um formato inédito de carroceria: um hatch de dois volumes e meio. A tampa traseira era bem inclinada como o dos seus contemporâneos Gol, Passat, Chevette Hatch, Monza Hatch e Fiat 147. Mas tinha uma pequena continuação, que formava a discreta saliência, que abria junto com o vidro. As janelas laterais, principalmente as posteriores, eram amplas e davam boa visibilidade. Inclusive na versão quatro portas, que formava um grande vidro vigia. A dianteira era em cunha, com faróis retangulares levemente trapezoidais e grade de plástico. O coeficiente aerodinâmico era o menor do Brasil: 0,386. E a garantia de três anos contra corrosão era a maior do mercado.

O acabamento interno era ótimo. Bem acarpetado nos bancos e assoalho e totalmente revestido nas portas. Era uma evolução até mesmo dentro da Ford. E olha que o luxuoso Del Rey já tinha bom acabamento. O espaço e o nível de ruído também agradavam.

O motor era transversal e tinha duas opções de cilindrada: 1.3, com 63,5 cavalos de potência quando movido a álcool e 57 cv a gasolina, e 1.6 com potências respectivas de 73 e 65 cavalos. Como a tecnologia flex só surgiria vinte anos depois, o comprador da época tinha que optar entre um ou outro combustível antes de assinar o cheque pelo carro. Era um motor fraco, mas em compensação, bastante econômico. Outros dois pontos fortes do carro eram a boa estabilidade e a suspensão macia. A folga da embreagem tinha ajuste automático.

Apesar da modernidade do Escort, o motor foi adaptado do Corcel. Mudaram o pistão, o comando de válvulas, bloco e a câmara de combustão. Rebatizaram de CHT e o instalaram até no Volkswagen Gol seis anos depois. O motivo da adoção de um motor guaribado foi o mesmo que as montadoras argumentam até hoje para nos privar de veículos modernos: economia de custos para tornar a produção viável. O projeto do Escort custou 400 milhões de dólares. Um novo motor ia encarecer ainda mais.

O Escort chegou ao mercado brasileiro em três versões de acabamento: básica, L e GL. Alguns meses depois do lançamento, começou a ser vendido o luxuoso Ghia, que tinha calotas integrais e frisos cromados sobre os faróis e a grade. Por dentro, mais veludo e o relógio azul no teto, próximo ao retrovisor interno, dando o toque futurista ao "novo" carro, embora já fosse usado no Del Rey. Entre os equipamentos foram oferecidos vidros e travas elétricos, vidros em bronze (trocados por verdes no ano seguinte), limpador de pára-brisa com intervalo ajustável e luzes de aviso para desgaste das pastilhas de freio, nível de combustível, óleo do motor, líquido de arrefecimento, entre outros. O Ghia e as outras três versões podiam ter duas ou quatro portas, fazendo do Escort o primeiro carro brasileiro com esta opção simultânea.
Ainda em 1983 foi a vez de aparecer a versão esportiva que transformou o compacto no queridinho da juventude rebelde dos anos oitenta e foi o ícone da linha Escort: o XR3 (sigla de Experimental Research 3). Tinha faróis de milha redondos instalados na frente da grade, faróis de neblina no pára-choque, lavador dos faróis, rodas de 14 polegadas com o famoso estilo "trevo de quatro folhas", aerofólio traseiro e teto solar. O ar condicionado foi oferecido como opcional. O motor era o mesmo 1.6, mas ganhou alguns "venenos" nas mesmas peças que originaram o CHT para aumentar a potência em dez cavalos.

Outra versão, lançada em 1985, que fez a fama do Escort foi o XR3 Conversível, que tinha uma coluna estrutural em forma de arco bem chamativa (e mais segura), uma traseira maior e lanternas verticais. Isso aumentou o peso do carro em 64 kg, comparado ao hatch fechado.

O conversível não foi um pioneiro, mas quebrou um jejum: um carro desse tipo(conversível) voltava a ser produzido em série no Brasil depois de quinze anos. O último havia sido o Karmann-Ghia, que teve a produção encerrada em 1970. Curiosamente, a própria Karmann, que tinha fábrica em São Bernardo do Campo, SP, vizinha da Ford, era quem transformava o carro. Mesmo com a proximidade das unidades, os carros iam e voltavam, necessitando de transporte e gerando despesas. Por isso e também pela presença de materiais importados na traseira, nos reforços da carroceria e até o suporte da placa moldado no tamanho europeu, o Conversível custava bem mais caro que a carroceria fechada, que já era cara até na versão básica. Porém, as rodas de liga-leve eram opcionais e de série vinha uma calota branca com vários furos circulares. Também não tinha faróis de neblina e nem o limpador dos faróis. Apesar de tudo isso fez mais sucesso que o modelo de quatro portas, que saiu de linha em dois anos enquanto o aberto durou dez anos ininterruptos.

Foi eleito o Carro do Ano em 1984 pela revista Autoesporte.

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Antigos Rodando - Ford Maverick

E aí galera, depois de um tempão sem postar nada, passei pra dar um oi pros meu queridos leitores, e dessa vez uma surpresa no quadro "Antigos Rodando", um Ford Maverick, um carro cada vez mais raro no Brasil.
Foto tirada por mim no estacionamento de uma universidade aqui em Teresina.


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Obs: Desculpe pela qualidade da foto, porque tava dentro do carro, e balançou um pouco.

Abraço.
Lucas Dantas.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Propagandas de Época - Vw Fusca (2)

Uma Propaganda que fala a mais pura verdade.


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Lucas Dantas.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Como traduzir o que um vendedor de carros antigos diz ao telefone


O que o vendedor diz:
Isso significa que:
O carro tem um probleminha de documentação. Ainda tem placa amarela.
O IPVA não é pago há 15 anos.
Ninguém sabe onde está o DUT.
As multas são superiores ao valor do carro.
O ex-dono morreu e o carro está em inventário.
É carro de garagem. Nunca conseguiu sair da garagem.
Não há nada a fazer. O carro não tem mais jeito.
Nunca bateu. As batidas foram causadas por outros carros.
Tem pequenos retoques. São as sobras da pintura original.
Sou o segundo dono. O primeiro era uma locadora.
Já tive cinco ofertas. Todas de ferro-velhos.
Tem baixa quilometragem. Não passa de trinta quilômetros por hora.
A dona quase não saía do bairro. O carro não conseguia ir mais longe que isso.
Pega de primeira. Depois que os vizinhos empurram.
Só precisa colocar uma capa nos bancos. Para as molas não furarem suas costas e nádegas.
Pronto para viagem. Desde que seja no guincho.
Carro de médico. Era usado como ambulância.
Ninguém usava o banco de trás. Era de uma clínica veterinária. Só levava cachorro.
O estepe nunca rodou. Nunca teve pneu e a roda era de outro carro.
Tem nota fiscal. Das oficinas de lanternagem.
Sempre fez serviço em autorizada. Era usado para entregar peças.
Carro de colecionador. Colecionador de selos.
O carro está na família há vinte anos. Os parentes compravam para ensinar os filhos a dirigir.

Fonte: Portal Maxicar

Lucas Dantas

domingo, 19 de junho de 2011

Propagandas de Época - Vw Fusca

E aí galera, depois de um tempinho sem postar nada, vamos voltando ao nosso ritmo, e para recomeçar, uma propaganda mostrando a confiabilidade e dureza do nosso querido Fusca, até o próximo post!!


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Lucas Dantas.

domingo, 20 de março de 2011

Propagandas de Époga - Chevrolet Chevette Jeans


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Lucas Dantas.